Adolescente pediu aos alunos que identificassem professor antes de decapitá-lo na França

Ao todo, a polícia francesa prendeu 9 pessoas suspeitas de participarem do assassinato. Pessoas são vistas perto de local onde houve assassinato de professor perto de Paris, na França, nesta sexta (16) Charles Platiau/Reuters O adolescente que decapitou um professor do lado de fora da escola onde ele lecionava, em um subúrbio de Paris, abordou alunos na rua e pediu que apontassem sua vítima, afirmou o promotor antiterrorismo Jean-François Ricard neste sábado (17). A polícia matou a tiros o agressor de 18 anos, que nasceu na Rússia, minutos depois que ele assassinou o professor de história Samuel Paty, de 47 anos, em plena luz do dia em Conflans-Sainte-Honorine na sexta-feira (16). Quem era Samuel Paty, o professor decapitado na França ao ensinar a liberdade de expressão Uma fotografia do corpo do professor, acompanhada de uma mensagem na qual assumia a responsabilidade postada no Twitter, foi descoberta no telefone do agressor, encontrado próximo ao corpo. Ricard disse que a conta do Twitter pertencia ao agressor. A postagem foi removida rapidamente pelo Twitter que informou ter suspendido a conta por violar a política da empresa. De acordo com Ricard, a mensagem dizia: "Em nome de Alá, o mais amável, o mais misericordioso, ao (Presidente Emmanuel) Macron, líder dos infiéis, executei um de seus cães infernais que ousou depreciar (Profeta) Maomé". No início deste mês, Paty mostrou a seus alunos cartoons do Profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão, irritando vários pais muçulmanos. Os muçulmanos acreditam que qualquer representação do Profeta é uma blasfêmia. O agressor, de origem chechena, vivia na cidade de Evreux, a noroeste de Paris, e não era conhecido anteriormente pelos serviços de inteligência, disse Ricard em entrevista coletiva. O promotor antiterrorismo confirmou que a polícia mantinha nove pessoas sob custódia em conexão com o ataque. Vídeos: Notícias internacionais

Adolescente pediu aos alunos que identificassem professor antes de decapitá-lo na França
Ao todo, a polícia francesa prendeu 9 pessoas suspeitas de participarem do assassinato. Pessoas são vistas perto de local onde houve assassinato de professor perto de Paris, na França, nesta sexta (16) Charles Platiau/Reuters O adolescente que decapitou um professor do lado de fora da escola onde ele lecionava, em um subúrbio de Paris, abordou alunos na rua e pediu que apontassem sua vítima, afirmou o promotor antiterrorismo Jean-François Ricard neste sábado (17). A polícia matou a tiros o agressor de 18 anos, que nasceu na Rússia, minutos depois que ele assassinou o professor de história Samuel Paty, de 47 anos, em plena luz do dia em Conflans-Sainte-Honorine na sexta-feira (16). Quem era Samuel Paty, o professor decapitado na França ao ensinar a liberdade de expressão Uma fotografia do corpo do professor, acompanhada de uma mensagem na qual assumia a responsabilidade postada no Twitter, foi descoberta no telefone do agressor, encontrado próximo ao corpo. Ricard disse que a conta do Twitter pertencia ao agressor. A postagem foi removida rapidamente pelo Twitter que informou ter suspendido a conta por violar a política da empresa. De acordo com Ricard, a mensagem dizia: "Em nome de Alá, o mais amável, o mais misericordioso, ao (Presidente Emmanuel) Macron, líder dos infiéis, executei um de seus cães infernais que ousou depreciar (Profeta) Maomé". No início deste mês, Paty mostrou a seus alunos cartoons do Profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão, irritando vários pais muçulmanos. Os muçulmanos acreditam que qualquer representação do Profeta é uma blasfêmia. O agressor, de origem chechena, vivia na cidade de Evreux, a noroeste de Paris, e não era conhecido anteriormente pelos serviços de inteligência, disse Ricard em entrevista coletiva. O promotor antiterrorismo confirmou que a polícia mantinha nove pessoas sob custódia em conexão com o ataque. Vídeos: Notícias internacionais