Tailândia tem mais um dia de protestos contra governo <br>

A cidade de Bangcoc registrou neste domingo (18) novos protestos, que reuniram milhares de pessoas nas ruas e avenidas, que cobraram reformas democráticas na Tailândia, além da renúncia do governo do paísA polícia local chegou a ordenar a suspensão parcial do transporte público, como forma de tentar evitar o deslocamento da multidão de manifestantes, que participariam do quinto dia consecutivo de atos popularesDesde quinta-feira, vigora um estado de "emergência severa" no país, por causa dos protestos. O governo justificou a medida como forma de "manter a segurança" do estado e da populaçãoMais uma vez, os organizadores da marcha que é convocada pelas redes sociais e aplicativos de mensagens e vem acontecendo de maneira pacífica, conseguiram passar pelos bloqueios das forças de segurança locais"Se você fechar a cidade, vamos para os arredores. Se você fechar os arredores, nós vamos para a cidade. Você se meteu com a geração errada", diz texto publicado pelo grupo estudantil ThammasatUFDTNas ruas, os manifestantes ostentavam cartazes com os rostos de vários líderes dos protestos que foram presos pela polícia, enquanto cobravam "liberdade para nossos amigos"O principal alvo dos atos é primeiro-ministro Prayut Chan-ocha, que liderou golpe de Estado militar em 2014 e se manteve no cargo em 2019, após eleições controversasDesde terça-feira, as forças de segurança detiveram mais de 70 manifestantes, a maioria lideranças estudantis, sob a justificativa de que estavam burlando o decreto de emergência, que proíbe reuniões de caráter político com cinco ou mais pessoasAlém da queda do governo, os participantes dos atos exigem a redação de uma nova Constituição, já que a atual foi elaborada pela antiga junta militar, que ficou no poder até o ano passado

Tailândia tem mais um dia de protestos contra governo <br>
A cidade de Bangcoc registrou neste domingo (18) novos protestos, que reuniram milhares de pessoas nas ruas e avenidas, que cobraram reformas democráticas na Tailândia, além da renúncia do governo do paísA polícia local chegou a ordenar a suspensão parcial do transporte público, como forma de tentar evitar o deslocamento da multidão de manifestantes, que participariam do quinto dia consecutivo de atos popularesDesde quinta-feira, vigora um estado de "emergência severa" no país, por causa dos protestos. O governo justificou a medida como forma de "manter a segurança" do estado e da populaçãoMais uma vez, os organizadores da marcha que é convocada pelas redes sociais e aplicativos de mensagens e vem acontecendo de maneira pacífica, conseguiram passar pelos bloqueios das forças de segurança locais"Se você fechar a cidade, vamos para os arredores. Se você fechar os arredores, nós vamos para a cidade. Você se meteu com a geração errada", diz texto publicado pelo grupo estudantil ThammasatUFDTNas ruas, os manifestantes ostentavam cartazes com os rostos de vários líderes dos protestos que foram presos pela polícia, enquanto cobravam "liberdade para nossos amigos"O principal alvo dos atos é primeiro-ministro Prayut Chan-ocha, que liderou golpe de Estado militar em 2014 e se manteve no cargo em 2019, após eleições controversasDesde terça-feira, as forças de segurança detiveram mais de 70 manifestantes, a maioria lideranças estudantis, sob a justificativa de que estavam burlando o decreto de emergência, que proíbe reuniões de caráter político com cinco ou mais pessoasAlém da queda do governo, os participantes dos atos exigem a redação de uma nova Constituição, já que a atual foi elaborada pela antiga junta militar, que ficou no poder até o ano passado